Tactical Padel El Toro Viceversa: Efeitos, conforto e potência fácil analisados

Descubra como a mais recente raquete El Toro Viceversa da Tactical Padel redefine o conforto e os efeitos para jogadores intermédios. Esta análise explora as suas características únicas, desempenho em campo e como se compara ao seu antecessor, ajudando-o a decidir se é a escolha certa para o seu estilo de jogo.

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Principais características e especificações técnicas da Tactical Padel El Toro Viceversa

A Tactical Padel El Toro Viceversa é a mais recente evolução da série El Toro, desenvolvida em colaboração com Cayetano Rocafort, o jogador profissional sueco-espanhol. Este modelo destaca-se pela sua forma híbrida e um esquema de cores “viceversa” único—preto de um lado, branco do outro. O avaliador salienta que esta nova edição é uma mudança significativa em relação à anterior El Toro 1.0, tanto em sensação como em desempenho.

  • Armação: Carbono Kevlar, incluindo o punho, para maior absorção de vibrações
  • Material da face: Carbon Flex 12K (sensação intermédia-suave)
  • Núcleo: EVA de cinco camadas com recuperação rápida
  • Superfície: Textura rugosa para melhor efeito
  • Peso: 352g (unidade testada), gama oficial 355–375g
  • Balanço: 27,7 cm (alto), gama oficial 26–27 cm
  • Preço: PVP €350, preço de rua cerca de €320
  • Design: Design sueco, feito à mão em Espanha

Características adicionais incluem um protetor de armação completo e um cordão de pulso curto, que o avaliador considerou menos confortável para mãos maiores. A qualidade de construção é descrita como excelente, em linha com a reputação da Tactical Padel.

Comparação com a El Toro 1.0 e perfil de jogador-alvo

O canal destaca que a El Toro Viceversa é bastante diferente da El Toro 1.0. O modelo anterior apresentava placas de carbono 3K e era considerada uma das melhores raquetes já testadas pelo avaliador. No entanto, a Viceversa introduz um toque mais suave, mais tolerante e uma saída de bola muito superior, tornando-a acessível a uma gama mais ampla de jogadores.

Enquanto a El Toro 1.0 era mais indicada para jogadores avançados à procura de precisão e controlo, a Viceversa é adequada para jogadores intermédios a intermédios-altos. A sua versatilidade permite que tanto jogadores do lado direito como do esquerdo beneficiem, embora o avaliador refira preferência pelo lado esquerdo devido ao alto balanço e facilidade em gerar efeitos e remates trabalhados.

Apesar das suas qualidades, o avaliador é claro: para quem procura o máximo controlo e um “efeito wow”, a original El Toro 1.0 continua a ser superior. A Viceversa, no entanto, é elogiada por alargar a base de utilizadores e oferecer uma experiência mais confortável e fácil de manusear.

Desempenho no fundo do campo: conforto e saída de bola

Uma das qualidades de destaque da El Toro Viceversa é a sua excecional saída de bola. O avaliador ficou surpreendido com a facilidade com que a bola sai da raquete, descrevendo-a como “super rápida” e “confortável”, especialmente em comparação com a anterior El Toro. A face intermédia-suave em Carbon Flex 12K permite que a bola afunde mais, resultando em profundidade e velocidade sem esforço nos golpes de fundo.

O sweet spot é descrito como generoso para uma raquete de formato híbrido, possivelmente até maior do que o da 1.0, embora a placa mais suave possa fazer com que a bola escape rapidamente, sacrificando ocasionalmente o controlo. No entanto, o conforto e a manobrabilidade da raquete a partir da linha de fundo são destacados, tornando-a adequada para jogadores que valorizam potência fácil e efeitos em vez de precisão absoluta.

A geração de efeitos é outro ponto forte, com a superfície rugosa e a face flexível a permitirem excelentes efeitos em chiquitas, lobs e saídas de parede. O avaliador refere que a raquete nunca se sente pesada, mesmo com o balanço alto, e é tolerante em situações defensivas difíceis.

Jogo na rede e voleios: velocidade, manuseamento e controlo

Na rede, a El Toro Viceversa destaca-se em trocas rápidas e movimentos ágeis. O peso leve (352g) e o balanço alto (27,7 cm) tornam-na fácil de manobrar para voleios e mudanças rápidas de direção. O avaliador aprecia especialmente o desempenho da raquete em situações de “evolea” (voleio), onde a sua velocidade e manuseamento sobressaem.

No entanto, a alta saída de bola pode ser uma faca de dois gumes. Embora permita voleios rápidos e fáceis, também pode fazer com que a bola saia longa se o jogador não tiver cuidado com a técnica. O avaliador alerta para não estender demasiado o braço, pois o efeito trampolim da face suave pode levar à perda de controlo, especialmente em ritmos elevados.

O efeito mantém-se como destaque na rede, com bolas trabalhadas e toques suaves a saírem facilmente da face. A única fraqueza notável é a potência bruta: a Viceversa não é um “canhão” para smashs planos ou remates agressivos, mas compensa com consistência e conforto em trocas rápidas.

Jogos aéreos e desempenho no smash: pontos fortes e limitações

Nos jogos aéreos, o avaliador considera a El Toro Viceversa particularmente eficaz para remates trabalhados como viboras e smashs com efeito. O balanço alto ajuda a gerar efeitos e profundidade, especialmente para jogadores do lado esquerdo. A rápida saída de bola da raquete facilita a execução de remates às três paredes e viboras com controlo e efeito.

No entanto, para smashs planos e potentes, a Viceversa não oferece a mesma potência explosiva de algumas raquetes mais pesadas ou rígidas. Jogadores que procuram máxima potência nos smashs podem sentir falta desse aspeto. O avaliador sugere que a raquete é mais indicada para quem privilegia efeitos e colocação em vez de força bruta acima da cabeça.

No geral, a Viceversa oferece uma grande variedade de opções aéreas, especialmente para jogadores intermédios que querem variar o jogo com diferentes efeitos.

Avaliações do avaliador e apreciações qualitativas

Pontuações no sistema de 12 níveis

  • Fundo do campo: 7,5
  • Jogo na rede: 8
  • Controlo: 7
  • Manuseamento: 7
  • Saída de bola: 8,5
  • Sweet spot: 7
  • Efeitos: 9
  • Potência: 7
  • Para remates às três paredes: 7,5
  • Smash: 7
  • Vibora: 8
  • Relação qualidade/preço: 6,5 (a €350–€320)

Estas pontuações refletem a impressão geral do avaliador: a El Toro Viceversa é uma raquete de alta qualidade, confortável e versátil, com efeitos e saída de bola de destaque, mas não é a melhor escolha para quem procura máxima potência ou controlo absoluto. A relação qualidade/preço é considerada justa mas não excecional ao preço atual, sobretudo em comparação com a adorada El Toro 1.0.

Considerações finais sobre o lugar da El Toro Viceversa na gama Tactical Padel

A Tactical Padel El Toro Viceversa é uma adição valiosa à gama da marca, oferecendo uma alternativa mais suave e acessível à original El Toro 1.0. Os seus pontos fortes residem no conforto, efeitos e facilidade de utilização, tornando-a uma opção forte para jogadores intermédios que procuram uma raquete que se destaque em todas as áreas do campo. Embora possa não substituir a 1.0 no coração dos jogadores avançados, consegue alargar o apelo da série El Toro e demonstra o compromisso da Tactical Padel com a qualidade e inovação.

Artigo escrito por

Practica Padel Team

Practica Padel Team

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Perguntas frequentes

Quais são as principais características que destacam a Tactical Padel El Toro Viceversa?

A El Toro Viceversa apresenta uma forma híbrida, armação em Carbono Kevlar, face em Carbon Flex 12K, núcleo de EVA de cinco camadas e superfície rugosa para maior efeito. O seu design preto e branco único, balanço alto e sensação confortável e tolerante distinguem-na de outras raquetes da gama Tactical Padel.

Para que nível e estilo de jogo a El Toro Viceversa é mais indicada?

Esta raquete é ideal para jogadores intermédios a intermédios-altos que valorizam conforto, potência fácil e efeitos. Adequa-se a jogadores de ambos os lados, especialmente aqueles que preferem remates trabalhados e versatilidade em vez de potência bruta ou controlo absoluto.

Como se compara a El Toro Viceversa à original El Toro 1.0?

Comparada com a El Toro 1.0, a Viceversa oferece uma sensação mais suave e tolerante, maior saída de bola e um sweet spot mais amplo. Enquanto a 1.0 se destaca no controlo e precisão para jogadores avançados, a Viceversa é mais acessível e confortável para um leque mais vasto de utilizadores.

Quais são os pontos fortes e fracos da El Toro Viceversa em jogo?

A Viceversa destaca-se na geração de efeitos, conforto e rápida saída de bola, tornando-a eficaz em pancadas de fundo e voleios. O seu principal ponto fraco é a falta de potência bruta para smashs planos e um controlo ligeiramente inferior em ritmos elevados devido à face suave e alta saída de bola.

Que dicas dá o avaliador para tirar o máximo partido da El Toro Viceversa?

O avaliador sugere focar-se nos efeitos e colocação em vez de força bruta, especialmente nos remates aéreos. Os jogadores devem evitar estender demasiado o braço nos voleios para manter o controlo e aproveitar o conforto e manobrabilidade da raquete em trocas rápidas e situações defensivas.

A El Toro Viceversa tem boa relação qualidade/preço em comparação com outras raquetes?

A um preço de rua de cerca de €320, a Viceversa oferece boa qualidade de construção e desempenho, mas a relação qualidade/preço é considerada justa e não excecional. Jogadores que procuram o máximo controlo ou potência podem encontrar melhores opções, mas quem valoriza conforto e efeitos apreciará as suas qualidades.

Quais são as principais especificações técnicas da El Toro Viceversa?

A raquete pesa entre 355–375g (testada a 352g), tem um balanço alto de 27,7 cm, armação em Carbono Kevlar, face em Carbon Flex 12K, núcleo de EVA de cinco camadas e superfície rugosa para efeitos. É feita à mão em Espanha e inclui protetor de armação completo e cordão de pulso curto.